Friday, June 30, 2006

Alemanha 1 (4) x 1 (2) Argentina

Alemanha: Jens Lehmann, Arne Friedrich, Per Mertesacker, Christoph Metzelder, Philipp Lahm, Bernd Schneider (David Odonkor), Michael Ballack, Torsten Frings, Bastian Schweinsteiger (Tim Borowski), Miroslav Klose (Oliver Neuville), Lulas Podolski. Técnico: Jürgen Klinsmann

Argentina: Roberto Abbondanzieri (Leo Franco), Fabricio Coloccini, Roberto Ayala, Gabriel Heinze, Juan Pablo Sorín, Javier Mascherano, Lucho González, Maxi Rodríguez, Juan Riquelme
(Esteban Cambiasso), Hernán Crespo (Julio Cruz), Carlos Tevez. Técnico: José Pekerman

Golos: Miroslav Klose (Al) - Roberto Ayala (Ar)

Local: Estádio Olímpico, em Berlim

Árbitro: Lubos Michel (SVK)

POSTE AQUI A SUA RISADA DA ARGENTINA

Sunday, June 25, 2006

Escalação do Brasil

Eduardo e Carol, se aí no estrangeiro o pessoal mostrar dúvidas quanto à correta pronúncia do nome dos nossos jogadores, aí vai a nossa escalação. É tiro e queda.

1 - Did are
2 - Car full
3 - look see you
4 - who one
5 - when mear son
6 - who bear to car loss
7 - add dream an no
8 - car car
9 - Who now do ( Few now mem no )
10 - Who now dream you gay you show
11 - Zero bear to
12 - who jerry scene
13 - see seen you
14 - Crisis
15 - lowis on
16 - G you bear to
17 - June in you
18 - Mean arrow
19 - G you bear to silver
20 - Rich are dream you
21 - Fried
22 - July seissor
23 - Who bean You

Coach : Car loss all beer to pair here a

Não é bem mais fácil assim?

Thursday, June 22, 2006

Estranhamento

Enfim, futebol brasileiro. Esqueçam aquela balela de quadrado "mágico". O Brasil foi um time, pela primeira vez nesta Copa. Equipe equilibrada e, a meu ver, sobretudo disposta a jogar. As mudanças foram em número acima do esperado, no que eu vi uma espécie de desforra do Parreira, certamente chateado de tantas cobranças. Mas o resultado das alterações trouxe soluções, mesmo que o Japão seja um adversário simplório, e provocou raciocínios novos sobre o time titular - já que, com o mata-mata, começa de fato a Copa.

No entanto, a vitória suscitou algum estranhamento em vários setores e assuntos. O primeiro é que, na minha opinião, o Ronaldo continua gordo, resolve com dois gols contra o Japão, mas deve, sem revisão da proposta, ir direto para o banco. A novidade poderia ficar por conta de um novo ataque, lembrando que contra os japoneses o número de gols marcados não importa muito. Daqui pra frente, sim. Robinho bem que poderia jogar ao lado de Ronaldinho, o gremista, na frente. No meio, claro, Juninho Pernambuco, indubitável depois de hoje. Os laterais deveriam receber uma atenção especial, mesmo que Gilberto não tenha controlado a esquerda de forma muito melhor que Roberto Carlos. Emerson, mesmo que voluntarioso e dedicado, está um nível abaixo do que Gilberto Silva mostrou hoje. Kaká sumiu do jogo quando o Ronaldinho aproximou-se da área, mas é questão de adequar-se ao mesmo estilo que aplica no Milan.

E estaríamos conversados com: Dida, Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Zé Roberto, Juninho Pernambucano e Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Robinho. Nas finais, tranquilamente. A não ser que a Itália, logo mais, atrapalhe tudo - o que bem pode fazer, mas isso já dá outro post. Merece. Olho na Itália.

Monday, June 19, 2006

A casa vai cair...

... se o Parreira não mexer no time.

Eu sou a favor da "mudança Jardel".

Depois de ontem, hay que cambiar el equipo.

Mas acho que das duas, uma é possível.

Ao final da Copa, ou sou hexa, ou sou tri.

E vocês?

(Aliás, como é que se diz "a casa vai cair" em alemão? Agora quero ver quem é galo!)

Thursday, June 15, 2006

Inter 4 X 0 Grêmio

Internacional: Muriel; Diogo, Cauê, Cristian e Edinho; Possebom (Rodrigo César), Fernando, Abu (Taianan) e Ramon (Farias); Luiz Adriano e Alexandre (Wellington). Técnico: Osmar Loss.

Grêmio: Cássio; Felipe, Caçapa, Leonardo e Anderson (Revison); William, Marcelo Costa (Vasco), Itaqui (Elton), Diogo (Aloísio) e Carlos Roberto; Fernando Genro (Jeisson). Técnico: Julinho Camargo.

Gols: Luiz Adriano (I), aos 22min45seg do primeiro tempo, Ramon (I), aos 9min55seg do segundo tempo, Alexandre (I), aos 34min30seg do segundo tempo, Luiz Adriano (I), aos 43min50seg do segundo tempo. Cartões amarelos: Cássio (G), Fernando, Cristian, Diogo (I). Arbitragem: Vinícius Costa. Local: Estádio da Ulbra, em Canoas.

Alemanha 1 x 0 Polonia

Alemanha:
Jens Lehmann, Arne Friedrich, Christoph Metzelder, Per Mertesacker, Philipp Lahm, Bernd Schneider, Torsten Frings, Michael Ballack, Bastian Schweinsteiger, Lukas Podolski, Miroslav Klose.
Coach: Jurgen Klinsmann

Polonia:
Artur Boruc, Jacek Bak, Mariusz Jop, Michal Zewlakow, Marcin Baszczynski, Jacek Krzynowek, Ireneusz Jelen or Arkadiusz Radomski, Miroslaw Szymkowiak, Radoslaw Sobolewski, Euzebiusz Smolarek, Maciej Zurawski.
Coach: Pawel Janas

Em: Westfalenstadion, Dortmund.
Arbitro: Luis Medina Cantalejo (Portugal ou Espanha?)

Gol: Neuville

Tuesday, June 13, 2006

Manquitolo

É fato, e com ele não deve haver briga: o Brasil não estreou bem. O que causa espanto, a meu ver, é o grau de deficiência do futebol da Seleção. O time surpreendeu negativamente, aumentando em muito a expectativa de jogar mal por ser o primeiro jogo, não ter ainda o ritmo ideal e aquela conversa toda. Some-se a isso a competência da Croácia, um adversário que de forma alguma pode ser taxado como fácil. Talvez não ofereça risco ofensivo digno de nota, talvez, mas foi eficiente em não deixar o Brasil jogar, o que é válido.

O cerne da questão, penso eu, está em dois pontos fundamentais, além do adversário. O primeiro é a forma de jogar da Seleção. Muito se disse - e estou atento a isso já há alguns meses - que o Ronaldinho, o magro, não rende o mesmo que no Barcelona e, assim, o Brasil não consegue aplicar a máxima que circula desde que ele arrumou seu lugar no time: quando o Ronaldinho joga, a Seleção joga junto. A questão parece-me simples, o Ronaldinho não joga como em seu clube porque não está no mesmo lugar.

Tenho testemunhas bastante confiáveis, que me ouviram há menos de um mês numa mesa de bar: o meio-campo da Seleção só tem a ganhar com a entrada de Juninho Pernambucano, atuando ao lado de Emerson, Zé Roberto e Kaka. Desloca-se o Ronaldinho para a posição na qual ele atua no Barcelona, mais à frente, buscando o jogo e ligando o meio ao ataque, com o Adriano fazendo a função de panzer, que é o que pode fazer. Ou o Robinho, em que pese o time ficar supostamente leve em demasia. Cada peça, de acordo com a sua função, em seu lugar específico.

O segundo ponto é mandar o Ronaldo lustrar o banco - e com isso está revogada uma das regras sem-noção deste blog. O que dizer do Ronaldo? Por respeito às opiniões contrárias e à própria história do jogador, apenas que ele não tem as mínimas condições, está gordo sim, não joga nada há eras e deve, para seu próprio bem e do time, assistir às partidas fazendo algumas flexões, abdominais e coisas que o valha. Na pista atlética e com garantias de que não entrará no decorrer do jogo. Porque o que vimos hoje, todos nós, foi lastimável.

A mudança que tornou-se imperiosa agora passa pela saída de Ronaldo e uma readequação na forma de jogar. A gritaria está imensa nas mesas redondas. Mas tenho a convicção de que saquar um e colocar outro, pura e simplesmente, vai reproduzir o futebol manquitolo do Brasil. Por mais que ninguém tenha encantado até agora, fico apreensivo em encontrar uma República Tcheca pela frente. Se não são maravilhosos, pelo menos eles não tem um gordo ocupando um lugar entre os titulares.

Monday, June 12, 2006

Itália 2 x 0 Gana

Itália: Gianluigi Buffon, Cristian Zaccardo, Alessandro Nesta, Fabio Cannavaro, Fabio Grosso, Simone Perrotta, Daniele De Rossi, Andrea Pirlo, Francesco Totti (Camoranesi), Luca Toni (Alesandro Del Piero), Alberto Gilardino (Iaquinta). Técnico: Marcelo Lippi

Gana: Richard Kingson, John Paintsil, Samuel Kuffour, John Mensah, Emmanuel Pappoe (Shilla Alhassan), Eric Addo, Michael Essien, Stephen Appiah, Sulley Ali Muntari, Matthew Amoah (Pimpong), Gyan Asamoah (Tachie-Mensah). Técnico: Ratomir Dujkovic

Árbitro: Carlos Eugênio Simon (BRA)

Golos: Pirlo, Iaquinta (I)

Grupo E - Hannover, 16h.

Estados Unidos 0 x 3 República Checa

Estados Unidos: Kasey Keller, Steven Cherundolo (Eddie Jonhson), Eddie Pope, Oguchi Onyewu, Eddie Lewis, Bobby Convey, Claudio Reyna, Pablo Mastroeni (John O'Brien), Da Marcus Beasley,
Landon Donovan, Brian McBride (Josh Wolff). Técnico: Bruce Arena

República Checa: Petr Cech, Zdenek Grygera, David Rozehnal, Tomas Ujfalusi, Marek Jankulovski, Karel Poborsky (Jan Polak), Tomas Galásek, Tomas Rosicky (Jiri Stajner), Jaroslav Plasil, Pavel Nedved, Jan Koller (Vratislav Lokvenc). Técnico: Karel Brückner

Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)

Golos: Koller, Rosicky (2) (R)

Grupo E - Gelsenkirchen, 13h.

Austrália 3 x 1 Japão

Austrália: Schwarzer, Neill, Moore (Kennedy), Chipperfield, Culina, Wilkshire (Aloisi), Emerston,
Grella, Bresciano (Cahill), Kewell, Viduka. Técnico: Guus Hiddink

Japão: Kawaguchi, Komano, Myiamoto, Alex Santos, Tsuboi (Moniwa), Nakazawa, Kukunishi, H. Nakata, Nakamura, Takahara, Yanagisawa (Ono). Técnico: Zico

Árbitro: Essam Abdel Fatah (Egito)

Golos: Cahill (2), Aloisi (A) - Nakamura (J)

Grupo F - Kaiserslautern, 10h.

The Rise of the 'Roos

Foi um jogo tosco. Mas o mais emocionante da copa ate agora. Levando-se em consideracao que aqui em Sydney (e creio que no resto do mundo tambem) todos esperam que o Brasil "patrole" o resto dos adversarios do grupo, a vitoria australiana sobre o Japao definitivamente credencia os Socceroos para as oitavas de final.

A logica eh simples. Brasil vence Croacia, Australia e Japao. No campeonato paralelo pela segunda colocacao do grupo, o time de Zico jogara todas suas fichas no proximo jogo contra a Croacia. Um empate (provavel) nessa partida levara a a Croacia para um desesperado confronto contra uma Australia ruim de bola, mas racuda.

Aqui na terra dos Cangurus a repercursao da partida foi empolgante. Os comentaristas da TV disparavam entre sorrisos debochados:"Who needs Kaka and Ronaldo when you got Timmy Cahill?!". Entre os mais emocionados depoimentos, surge uma entrevista com (ora, ora vejam so,..) Oswaldinho de Oliveira, que esta aqui em Sydney promovendo Football. Disse ele: "A Australia compensa a falta de tecnica com muita garra". Eh verdade. Os Aussies mostraram uma vontade de vencer que lembrou por varias vezes o futebol castelhano - teriam aprendido com Uruguai?

Ao contrario da Carol, que nao deixou-se levar pelos gritos dos gringos, torci bastante pela Australia - obviamente motivado por pena e aquela inexplicavel tendencia de torcer pelo mais fraco. No fim, todos concordam que o jogo foi sofrivel do ponto de vista tecnico.

Mas quem disse que futebol de varzea nao pode ser divertido? Lembrem do Coball, oras.

Sunday, June 11, 2006

Angola 0 x 1 Portugal

Angola: João Ricardo, Manuel Loco, João Jamba, Carlos Kali, Luis Delgado, Zé Kalanga (Edson), Paulo Figueiredo (Dione Miloy), André Macanga, Antonio Mendonça, Mateus, Fabrice Akwa (Mantorras). Técnico: Oliveira Gonçalves

Portugal: Ricardo, Luis Miguel, Fernando Meira, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Petit (Maniche), Tiago (Hugo Viana), Simão Sabrosa, Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo (Costinha). Técnico: Luiz Felipe Scolari

Árbitro: Jorge Larrionda (URU)

Golos: Pauleta (P)

Grupo D - Colônia, 16h.

Até agora, espero pelos tchecos

Full time, vi todos os jogos da Copa. E assim será até o fim, salvo que estou pelos VTs exibidos dos jogos que ainda ocorrerão ao mesmo tempo. Não estou no time dos que desdenham os jogos da Copa, seja ela qual e onde for, achando que futebol mesmo se faz nos clubes. Tampouco acredito que o "verdadeiro" futebol seja aquele exibido pelas 32 equipes da "elite" mundial da bola. Mas o fato é que são jogos bacanas, cercados daquela sensação de raridade que transforma México x Irã, por exemplo, em uma partida consideravelmente tragável. Além da irrefutável qualidade (no mínimo mediana) de times que se enquadraram nos quesitos já hierarquizados da competição mais importante do futebol.

Me atenho aos dignos de nota. A Alemanha é de uma fragilidade valente e o Equador já foi pintado como zebra, e confesso que não faço idéia de onde tiraram essa idéia, visto que a Polônia é fina como cristal. No geral, e para falar bem a verdade, o nível técnico do grupo é bastante deficiente e isso se expressa em seus líderes.

A Inglaterra é um caso ímpar de uma equipe qualificada que acovardou-se homericamente frente a um adversário à imagem e semelhança de seu irmão latino do grupo A. O Paraguai classificou-se em quarto, atrás do Equador, e nada mais é do que irregular. Os ingleses sim tem um problema, que é o de fazer um bom time jogar como deveria. Claro, ajudaria se Wayne Rooney integrasse o time titular, mas confesso que o magrão Crouch se surpreendeu positivamente: por experiência própria, me causa espanto um jogador daquele tamanhão conseguir articular um único lance com habilidade mínima. Já os suecos imaginaram um jogo qualquer, contra o Azerbaijão que eles enfrentaram nas eliminatórias, e empataram contra os quase heróicos tobaguenses, vejam só.

Nada me foi mostrado pela Argentina, exceto que sabem aproveitar lances decisivos, o que já é muito útil em um torneio. Exemplo seguido pela Holanda, que Robben levou nas costas. Aliás, bom jogador.

E o México, a despeito do que querem os que falam sobre futebol por aí, pareceu-me uma equipe qualquer, bem articulada, mas que em nenhum momento estaria listada como favorita, convenhamos. Portugal é isso aí, sem muita imaginação. Mas é um time liderado pelo Felipão (grande Felipão!) e que tem um pequeno punhado de bons jogadores. Acho que não vi demais.

Não sei bem se vocês, uotários diversos, dividem comigo uma certa animação com a Copa, mas acho interessante a função. Desculpem se o texto ficou chato, mas ele se repete apenas de quatro em quatro anos. Enfim, seremos hexa, caso a República Tcheca (que tem minha fé e solidariedade) não comece a destruir essa convicção na segunda-feira.

Já que pode falar sobre os jogos...

... vou falar do da Argentina, o único que vi full time até agora nessa Copa.

E o que eu vou falar?

Nada.

Sendo consentâneo com o futebol apresentado pela Selección.

Eu acho que vamos ser hexa mesmo.

Sei lá.

É ou não é?

Hããããã...

Hein?

México 3 x 1 Irã

México: Oswaldo Sánchez, Ricardo Osorio, Rafael Marquez, Carlos Salcido, Mario Mendez, Gerardo Torrado (Luis Perez), Pavel Pardo, Gonzalo Pineda, Omar Bravo, Jared Borgetti (José Fonseca), Guillermo Franco (Zinha). Técnico: Ricardo Lavolpe
Irã: Ebrahim Mirzapour, Yahya Golmohammadi, Rahman Rezaei, Hossein Kabei, Mohammad Nosrati (Arash Borhani), Mehdi Mahdavikia, Javad Nekounam, Ali Karimi (Madei Madanchi), Andrankik Teymourian, Vahid Hashemian, Ali Daei. Técnico: Branko Ivankovic
Árbitro: Roberto Rosetti (ITA)

Golos: Bravo (2), Zinha (M) - Golmohammadi (I)
Grupo D - Nuremberg, 13h.

Sérvia e Montenegro 0 x 1 Holanda

Sérvia e Montenegro: Dragoslav Jevric, Nenad Djordjevic (Ognjen Koroman), Goran Gavrancic, Mladen Krstajic, Ivica Dragutinovic, Dejan Stankovic, Igor Duljaj, Albert Nadj, Predrag Djordjevic, Mateja Kezman (Danijel Ljuboja), Savo Milosevic (Nikola Zigic). Técnico: Ilija Petkovic

Holanda: Edwin Van der Sar, Johnny Heitinga, Andre Ooijer, Joris Mathijsen (Khalid Boulahrouz), Giovanni Van Bronckhorst, Mark van Bommel (Denny Landzaat), Wesley Sneijder, Phillip Cocu, Robin Van Persie, Ruud Van Nistelrooy (Dirk Kuyt), Arjen Robben. Técnico: Marco Van Basten

Árbitro: M. Merk (ALE)

Golo: Robben (H)

Grupo C - Leipzig, 10h.

Saturday, June 10, 2006

Argentina 2 x 1 Costa do Marfim

Argentina: Abbondanzieri, Fabián Ayala, Heinze, Pablo Sorin, Nicolás Burdisso, Cambiasso, Javier Mascherano , Riquelme, Maxi Rodriguez, Saviola, Crespo. Técnico: Pekerman
Costa do Marfim: Jean-Jacques Tizie, Kolo Touré, Abdoulaye Méité, Arthur Boka, Emmanuel Eboue, Kanga Akalé, Didier Zokora, Kader Keita, Yaya Touré, Bonaventure Kalou, Didier Drogba. Técnico: Michel
Árbitro: Franck de Bleeckere
Golos: Crespo, Saviola (A) - Drogba (C)
Grupo C - Hamburgo, 16h.

Trinidad e Tobago 0 x 0 Suécia

Trinidad e Tobago: Shaka Hislop, Brent Sancho, Dennis Lawrence, Avery John, Cyd Gray, Christopher Birchall, Carlos Edwards, Densil Theobald, Collin Samuel, Stern John, Dwight Yorke. Técnico: Beenhakker
Suécia: Rami Shaaban, Olof Mellberg, Teddy Lucic, Erik Edman, Christian Wilhelmsson, Linderoth, Niclas Alexandersson, Anders Svensson, Ljungberg, Zlatan Ibrahimovic, Henrik Larsson. Técnico:Lagerback
Árbitro: Shamsul Maidin

Grupo B - Dortmund, 13h.

Inglaterra 1 x 0 Paraguai

Inglaterra: Paul Robinson, Rio Ferdinand, John Terry, Gary Neville, Ashley Cole, Gerrard, David Beckham, Frank Lampard, Joe Cole, Michael Owen, Peter Crouch. Técnico:Eriksson
Paraguai: Justo Villar, Gamarra, Julio Cesar Cáceres, Delio Toledo, Denis Caniza, Carlos Bonet, Roberto Acuña, Carlos Humberto Paredes, Cristian Riveros, Roque Santa Cruz, Nelson Valdez. Técnico: Ruiz
Árbitro: Marco Rodriguez (MEX)
Golo: Beckham (I)
Grupo B - Frankfurt, 10h

Polônia 0 x Equador 2

Polônia: Artur Boruc, Jop, Marcin Baszczynski, Zewlakow, Jacek Bak, Kamil Kosowski, Jacek Krzynowek, Miroslaw Szymkowiak, Smolarek, Maciej Zurawski, Grzegorz Rasiak. Técnico: Janas
Equador: Mora, Iván Hurtado, Giovanny Espinoza, Ulises De La Cruz, Edison Méndez, Segundo Castillo, Luis Valencia, Néicer Reasco, Edwin Tenorio, Agustín Delgado, Carlos Tenorio. Técnico: Suárez
Árbitro: Toru Kamikawa
Golos: Tenório, Delgado (E)
Grupo A - Gelsenkirchen, 16h.

Alemanha 4 x 2 Costa Rica

Alemanha: Jens Lehmann, Per Mertesacker, Christoph Metzelder, Arne Friedrich, Philip Lahm, Bastian Schweinsteiger, Torsten Frings, Tim Borowski, Bernd Schneider, Miroslav Klose, Lukas Podolski. Técnico:Klinsmann
Costa Rica: Porras, Michael Umaña, Leonardo Gonzalez, Luis Marin, Alonso Solis, Douglas Sequeira, Fonseca, Gilberto Martinez, Centeno, Gomez, Paulo Wanchope. Técnico:Guimarães
Árbitro: Horacio Elizondo
Golos: Lahm, Klose (2), Frings (A) - Wanchope (2) (C)
Grupo A - Munique, 13h.

Regras

Regras do blog Uotários na Copa:

1 - Não se zomba da Argentina até que ela seja desclassificada.

2 - Não se fala mal do Nazário e, principalmente, não se faz qualquer menção ao peso do craque.

3 - Não se idolatra o Assis Moreira a cada frescura inútil que ele faz.

4 - O Juninho Pernambucano tem que ser titular, e ninguém pode dizer que não.

Fora isso, viva a liberdade de expressão!